sexta-feira, 22 de julho de 2011

QUANTAS MÁSCARA VOCÊ TEM? CONHEÇO PESSOAS QUE TEM EM SUAS GAVETAS MUITAS, DEPENDE DA SUA SITUAÇÃO ELA USA AQUELA QUE TE PUXA O SACO... CHEGA SER UM TÉDIO INSUPORTÁVEL E QUANDO VOCÊ ESTÁ NA PIOR ELAS NÃO TE CONHECE...VOCÊ CONHECE ALGUÉM ASSIM? Mônica


Para a maioria das pessoas, ser totalmente sincero durante o dia a dia é uma experiência quase impossível: é comum mentir cerca de 200 vezes por dia, de acordo com o livro “Sincero” (editora Verus), do jornalista alemão Jürgen Schimieder. Nele, o autor relata sua experiência de ficar 40 dias sem mentir: colegas se afastaram, ele discutiu com a mulher, perdeu dinheiro e teve as costelas quebradas pelo melhor amigo. “Foi muito doloroso e me ensinou a não fazer isso de novo nunca mais: amigos são mais importantes do que ser sincero”.
As costelas quebradas se devem ao fato de Jürgen ter contato à namorada do melhor amigo que ela estava sendo traída – o amigo perdeu a namorada e respondeu com um soco quando soube que foi por causa da sinceridade de Jürgen. No trabalho, muitas pessoas se ofenderam com a experiência do jornalista. “Alguns colegas ainda não falam comigo porque eu disse que eles são maus funcionários e deveriam ser mandados embora”, conta Jürgen.
O banho de honestidade não tem só de maus momentos: numa partida de pôquer com os amigos, ele contou quais cartas estavam na sua mão e ninguém acreditou. “Foi muito divertido – e ganhei um monte de dinheiro. Recomendo ser sincero por uma noite com seus amigos, você vai se divertir muito”. Mas ele confessa que, no geral, se sentiu um idiota quase todos os dias do projeto. “Tive que dizer coisas que normalmente ninguém ousaria dizer. Fiquei constrangido o tempo todo.”
Precisa ser grosso?
Descontados os exageros, ele aprovou a experiência. “Descobri o quanto a mentira realmente magoa as pessoas. Se todos fossem um pouquinho mais sinceros, o mundo seria melhor”, diz Jürgen. “Acredito que podemos parar de mentir pelo menos metade do tempo.”
O experimento passou por várias fases: sinceridade grosseira, sinceridade dita de forma gentil, fria, e até como uma crítica construtiva. Envolveu desde dizer que não gostou da comida num jantar a não omitir nenhum tipo de informação na declaração de imposto de renda, ainda que isso significasse ter uma restituição menor.

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