sexta-feira, 13 de abril de 2018

A CONSTRUÇÃO DA SAÚDE EMOCIONAL!

Resultado de imagem para inteligencia emocional



Quais seriam as competências socioemocionais imprescindíveis para se sobressair em um mundo tão competitivo?
Resiliência, percepção do outro, empatia, resolução de problemas, manejo de emoções perturbadoras, gerenciamento do estresse, trabalho em equipe, cooperação, abertura de ideias, assertividade.
Mas espero que, em futuro breve, possamos conseguir modificar essas cultura que tanto adoece os seres humanos e então possamos vivenciar uma cultura de cooperação.
Outra de suas recomendações é no sentido de aprender a pensar certo. Como se aprender? 
Dentro da Terapia Cognitiva acreditamos que muitas de nossas perturbações emocionais são frutos de pensamentos distorcidos daquilo que nos acontece.
O modo como interpretamos a realidade. Para aprender a pensar corretamente, primeiro precisamos perceber nossos pensamentos.
E, a partir daí, verificamos um padrão. Depois de identificarmos esse padrão de pensamentos procuramos nos questionar sobre tais pensamentos.
Será que todas as vezes que pensei isso, realmente aconteceu? Ou será que todas as vezes que pensei isso realmente aconteceu?
Ou será que só foquei minha atenção para quando aconteceu?
O que eu diria para um amigo que estivesse com esse mesmo padrão de pensamentos que o meu?
O que meu amigo me diria se soubesse sobre esse meu padrão de pensamentos?
O objetivo é promovermos a flexibilidade cognitiva.
É muito bonitinho ver as crianças identificarem seus pensamentos martelos e se questionando para transformá-los em pensamentos joias.
Em nosso programa de Educação Emocional Positiva temos atividades especificas para trabalhar os pensamentos martelos, ou seja, as distorções cognitivas.

Fonte: Revista Psique, edição 144 – Entrevista com Miriam Rodrigues – Tema: A construção da Saúde Emocional.

quinta-feira, 12 de abril de 2018

JEAN PIAGET E O DESENVOLVIMENTO MORAL.

Resultado de imagem para piaget
Piaget elaborou uma teoria do desenvolvimento moral que se revelou no contexto cognitivo, Segundo ele, a capacidade para agir adaptativamente esta ligada à aquisição de um conhecimento do mundo circundante. No primeiro estágio do desenvolvimento pré-operatório (2 a 7 anos de idade), as ações são internalizadas como pensamentos, os conhecimentos são percebidos em termos absolutos e não relativos. Esse é o estado do egocentrismo, no qual tudo gira em torno do “eu”.

No segundo estágio, denominado operações concretas (7 anos à adolescência ), a criança faz comparações entre acontecimentos e relacionados entre si.

No terceiro estagio, denominado operação cognitivas (adolescência à fase adulta), a criança é capaz de executar a cognição,comparando possíveis futuros relacionamentos e eventos.

Para Piaget, o primeiro estágio se apresenta num lócus em que as regras são impostas por outras pessoas, que têm o poder; no segundo, as crianças percebem que são capazes de inventar, criar e modificar as regras impostas; e, no terceiro estagio, elas percebem o primado das regras abstratas sobre a situação em particular. É nesse ponto que ocorre a defasagem da moralidade prática (comportamento), a qual precede a moralidade teórica (atitude).

Fonte: Revista Psique. Edição 143 – pag. 28.

domingo, 8 de abril de 2018

NÃO É CERTO! TRANSEXUAL JOGAR NA SUPERLIGA DE VÔLEI.

Resultado de imagem para transexual





Você é contra?
Sim! Eu sou completamente contra.
Por quê?
Eu vou usar o artigo do Psiquiatra Guido Palomba, que em minha opinião é considerada a melhor explicação.
Antes disso quero dizer que: TRANSEXUAL, não tem útero, não tem ovário, não engravida, não menstrua, não faz papanicolau, não faz ultrassom pélvico, não faz colposcopia, não faz rastreamento infeccioso, citologia, microflora vaginal, mamografia e outros...
TRANSEXUAL não sofre cólica menstrual, não surta na “TPM” Transtorno Pré – Menstrual.
A principal causa da TPM é a alteração hormonal feminina durante o período menstrual, que interfere no sistema nervoso central, resumindo deixa à mulher enlouquecida, sofrendo horrores.
Não sofreu um 1% da vida como mulher e os preconceitos do mundo machista, não sabe o que é realmente ser MULHER diante de tantos sofrimentos impostos pela sociedade.
Portanto TRANSEXUAL NÃO É MULHER... CHEGA!!!

Monica de Paula Silva

Vamos para a explicação do Psiquiatra Guido Palomba.
Tiffany, no útero, de sua mãe, desde o embrião, possuía (como possui até hoje) o par cromossômico XY, e devido à presença do Y formou substâncias androgênica hormônios masculinos, antígeno HY, e assim nasceu com PÊNIS, ESCROTO E PRÓTATA.
Já as outras jogadoras da liga feminina, todas, também desde o embrião são XX e, em virtude da ausência do Y, não tiveram substâncias morfogenêticas com secreção androgênica e antígeno HY.
Dessa maneira, nasceram com VAGINA, OVÁRIO E UTERO.
Se Tiffany, já nos primeiros anos de vida extrauterina, mostrou-se feminina, se desenvolveu como verdadeira mulher em corpo de homem passou por cirurgia de emasculação e formação de neovagina, tomou e toma doses de hormônios femininos, se em vez de chamar RODRIGO, hoje se chama Tiffany, nem por isso e aquilo o seu gênero biológico deixou de ser XX.
Resumindo: Com todo respeito RODRIGO, você não é MULHER, seja o que você quiser ser...
MENOS MULHER! Obrigada, de nada.

Referência: Revista Psique  n° 145 , Tiffany e a superliga de Vôlei, Psiquiatria Forense por Guido Arturo Palomba.

quarta-feira, 4 de abril de 2018

VIOLÊNCIA PSICOLÓGICA QUE VAI MINANDO O BEM-ESTAR E A AUTOCONFIANÇA.


Resultado de imagem para ABUSO PSICOLOGICO



A psicóloga Daniela Vanzan em seu dossiê “Uma prática silenciosa que atinge milhões”, publicado na Revista Psique n° 145, no mês de Abril/2018.
Ela fala sobre “O desafio”.
Mas o que parece que a vida deseja dos envolvidos? Qual parece o desafio deles?
Diante de adversidade e momentos de dor, somos convidados a reavaliar nossa conduta e a modificar crenças, traços de caráter e atitudes que já não faz sentido mantermos em nossas vidas.
A dor nos aponta um caminho inevitável: a transformação.
Ao mantermos condutas e formas de pensar que não fazem mais sentidos, surge a dor como um aviso de que algo em nossa estrutura interna ou externa precisa ser modificado. E quando resistimos às mudanças, a dor e a pressão aumentam ainda mais até que a mudança se faça.
Não existe outra ida ou caminho.
Parece que somos impulsionados a nos modificar e nos desenvolver a cada dia. E quando emperramos, lá vêm à dor e o sofrimento nos dar um empurrãozinho. Nossas relações e experiências vivenciadas nos levam a disparar novos processos que precisamos trabalhar.
Algumas pessoas têm maior facilidade em modificar estruturas antigas e logo fazem o movimento necessário para acabar com aquele desconforto. Outras, mais rígidas ou temerosas, tentam manter a estrutura antiga até que a dor fica insuportável a ponto dela sucumbir a fazer qualquer movimento que possa aliviar aquela dor.
O fato inegável é que uma vitima acaba sempre atraindo um agressor. E isso ocorre infinitas vezes, até que a vitima se modifique, fortaleça a sua estrutura e consiga sair desse papel.
Isso demanda uma árdua e longa jornada, que envolve desde a tomada de consciência do papel que ela ocupa nas relações até o momento em que se empenha em modificar o que é preciso para mudar essa difícil e dolorosa realidade.
Dizem que ninguém muda ninguém. Mas podemos afirmar que ninguém muda sozinho. Existe sempre uma força que provoca e impulsiona a mudança que se faz necessária. E, muitas vezes, essa caminhada exige o acompanhamento não só de parentes e amigos como um profissional habilitado a auxiliar nessa travessia. O mais importante na jornada é fazer o movimento para aliviar a dor e deixar de atrair o mesmo padrão de relacionamento abusivo. Pois enquanto não aprendemos a lição necessária continuaremos atraindo para o nosso campo pessoas e situações semelhantes.
Repetimos o mesmo padrão, inúmeras vezes. Até que de alguma forma possamos perceber isso e nos esforçar para modificar. Enquanto não tomamos consciência e fazemos o movimento preciso, vamos atrair repetidamente a situação dolorosa. Então, por que não transformar a dor em amor.
Escrito por Daniele Vanzan.


CRIANÇAS PSICOPATAS! ELAS EXISTEM SIM!!!


Resultado de imagem para CRIANÇAS PSICOPATAS


Crianças psicopatas costumam ocasionar discórdias e confusão na sua família de origem, com chantagens emocionais como os irmãos, aterrorizando, explorando inclusive sexualmente, colocando o pai contra mãe, usando máscaras diferentes para um e para outro, a ponto de parecer que os progenitores não estejam falando da mesma criança.
Há relatos de causar o divorcio do casal. Um filme que retratou de forma eficiente essa situação é “Precisamos falar sobre o Kevin”.
Os pais costumam entrar em desespero, pois nenhuma medida educativa normal tem efeito com essas crianças.
Um psicopata já na infância apresenta falta de noção do perigo. Não sente medo em ocasiões em que outras crianças sentiriam e acaba se metendo em situações perigosas. Essa imagem de indômito e corajoso é falsa. Quando encurralado, o psicopata recua acovardado.
Adora o jogo de gato e rato.
Na escola apresenta os mesmos problemas que em casa, e costuma ser um bully. Mas atenção, nem todo bully é um psicopata, mas todo psicopata acaba fazendo bullying, pois isso dá imenso prazer.
Os professores saberem como identificar um possível psicopata entre seus alunos é primordial para evitar sofrimento ou situações perigosas para os outros alunos.
Uma vez levantada a suspeita, recomendar aos pais ou cuidadores que busquem ajuda de um profissional que entenda o assunto, que saiba diagnosticar e indicar a conduta adequada.
É muito importante distinguir a conduta psicopatica própria do ser da criança e a conduta psicopática adquirida por maus-tratos sofridos, abusos, negligencia espancamento.
Uma criança aprende a tratar os outros como ela foi tratada. Esse foi seu primeiro modelo de ser humano.
Com tratamentos adequados e muito amor ela poderá curar.
A criança psicopata , no entanto, não tem cura conhecida até hoje.
Escrito por Julia Barany, psicanalista – Artigo O mal disfarçado de Bem. Revista Psique n° 144.

domingo, 1 de abril de 2018

NÃO USE TERCEIROS PARA ALIVIAR SEUS RELACIONAMENTOS ANTERIORES.


Em um mundo onde as pessoas necessitam loucamente que as coisas aconteçam rapidamente, a maldição do imediatismo doentio reinando em nossas mentes, nos fazem perder a noção das consequências.
Não tem nada pior do que tentar investir em relacionamentos mal resolvidos para aliviar  a dor , muitas pessoas estão presas em relacionamentos anteriores, como casamentos, namoros, noivados e até mesmo o famoso sair só para transar sem comprometimento algum.
O meu foco neste texto é falar sobre homens e mulheres que não tem condição alguma em se envolver amorosamente com ninguém, pois se encontram amarrados no relacionamento anterior e mesmo assim  insistem em colocar uma terceira pessoa para aliviar o seu fracasso sentimental.
Eu te pergunto?
O que te faz pensar que a terceira pessoa irá te ajudar  em um sentimento mal resolvido do qual cabe  somente a você tentar buscar cura?
Essa cura não se busca em pessoas ou seja,  essa autoanálise é com você meu querido (a).
Fazer uma reflexão verdadeira sobre as suas falhas e sobre as falhas do seu ex-parceiro(a), seja qual for o relacionamento, irá te ajudar a não cometer erros futuros. 
O que eu mais tenho observado são homens e mulheres em busca de terceiros para aliviar a dor do seu fracasso sentimental, não se preocupando nem um pouco com a dor emocional desse terceiro que muitas vezes está com o coração aberto para amar de forma respeitosa.
Esses terceiros do qual você quer usar para tentar esquecer o outro , muitas vezes estão dispostos(a) a dar sua melhor versão para construir uma relação saudável, sem repetir padrões que não deram certo em outros relacionamentos.
Se você está organizado em suas questões emocionais em relação a vida sentimental , não seja alivio de ninguém que esteja vivendo  conflitos, que  ainda vive as lembranças das suas relações anteriores, ninguém merece se quebrar na vida para aliviar seja quem for, pode parecer cruel , mas na maioria das vezes o mal resolvido(a) só está pensando em si próprio, sem medir consequências, usando de irresponsabilidade com os sentimentos alheios.
Não permita que te usem para esquecer seja quem for, te usar para fazer ciúmes, ou por vinganças, mesmo sendo inconsciente o comportamento  é um ato abusivo, e que no final da historia o prejuízo será somente teu em acreditar na possibilidade de obter um  relacionamento saudável.
A maior dor na alma é chegar na conclusão que você, estava o tempo todo sozinha (o) nesta suposta relação, e o outro estava preso em algum lugar  do planeta.
Só não estava com você!

Mônica de Paula Silva.