domingo, 9 de abril de 2017

AVALIAÇÕES PSICOLÓGICAS E PSIQUIÁTRICAS EM POLÍTICOS COM TRANSTORNOS MENTAIS! APTOS PARA GOVERNAR?

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Um grupo de especialistas em saúde mental está lançando a voz de alarme sobre a possibilidade de que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tenha transtornos de personalidade, rompendo assim com uma norma ética de décadas que proíbe diagnosticar personalidades públicas sem consentimento.

Um grupo de 35 psicólogos, psiquiatras e trabalhadores sociais enviou uma carta ao jornal "The New York Times" na qual expressavam sua preocupação com "a instabilidade emocional" de Trump, algo que, em sua opinião, o "incapacita para servir de maneira segura como presidente".
"Suas palavras e seu comportamento sugerem uma profunda incapacidade para empatia. Indivíduos com este tipo de traço distorcem a realidade, para que se adapte a seu estado psicológico, e atacam os fatos e os que os transmitem, como jornalistas e cientistas", assegura a carta.
Em novembro do ano passado, o psicólogo Nigel Barber declarou no jornal digital "Huffington Post" que Trump tem traços que apontam que sofre de transtorno de personalidade narcisista, o que lhe levaria a comportar-se com falta de empatia, grandiosidade, autoritarismo e necessidade de admiração constante.
A Associação Psicológica Americana (APA), que representa profissionais relacionados com a psicologia nos Estados Unidos, mantém desde 1973 a "Norma Goldwater", pela qual pede a todos os psicólogos do país que não façam diagnósticos de personalidades públicas sem tratá-los pessoalmente ou sem seu consentimento.
A norma tem sua origem na campanha presidencial fracassada de 1964 do senador republicano Barry Goldwater, que foi tachado então de "paranoico" e "megalomaníaco" por psicólogos em artigo de uma revista.
Goldwater posteriormente processou a revista que publicou as opiniões e o escândalo obrigou a APA a emitir uma norma que vários psicólogos pediram este ano que seja deixada para trás para alertar dos perigos de ter Trump no Salão Oval.
Legisladores democratas estão se somando à teoria da doença mental de Trump para atacar o novo presidente e inclusive analisar a possibilidade de que seja debilitado utilizando uma emenda da Constituição que permite depor um líder por incapacidade se obtiver consentimento de membros do Executivo e votos de dois terços do Legislativo.
A congressista californiana Jackie Speier criticou nesta quinta-feira a entrevista coletiva de Trump, na qual durante mais de uma hora lançou ataques contra a imprensa, insistiu que a margem de sua vitória foi histórica apesar de não sê-la, e garantiu que "os vazamentos (à imprensa) são reais, mas as notícias são falsas, porque grande parte das notícias são falsas".
Speier não é a primeira legisladora da oposição que sugere que Trump pode não estar apto para a presidência por um suposto transtorno.
Em fevereiro, o senador democrata Al Franken garantiu que alguns de seus colegas republicanos estão preocupados com o estado mental de Trump, baseados na crença de que "ele mente muito".
O congressista democrata do Oregon, Earl Blumenauer, pediu esta semana no Capitólio que sejam esclarecidas as possibilidades legais da Emenda 25 da Constituição, que contempla o procedimento para destituir um presidente por incapacidade, algo do que não se falava desde o atentado que matou John F. Kennedy em 1963.
Blumenauer considera que o "errático" comportamento de Trump requer uma revisão, porque a emenda constitucional "tem lacunas no caso de incapacidade mental ou emocional".
Na semana passada, o congressista democrata Ted Lieu afirmou que o comportamento de Trump era "incrivelmente" preocupante e que estava considerando apresentar um projeto de lei para incluir um psiquiatra na Casa Branca.
O professor de psiquiatria clínica da Universidade Weill Cornell, Richard A. Friedman, escreveu uma coluna de opinião nesta sexta-feira no "New York Times" para fazer um apelo à cautela na hora de estabelecer relações de incapacidade com diagnósticos psicológicos apressados.
Segundo Friedman, um diagnóstico sobre a saúde mental de Trump requeria um grande número de sessões frente a frente.
Além disso, de acordo com o professor, em alguns casos se pode ter uma doença e ser totalmente competente, com exceção de estados mais graves como psicoses ou demência.
No entanto, lembrou Friedman, historiadores concluíram que alguns presidentes dirigiram o país apesar de sofrer transtornos: Abraham Lincoln sofria de depressão severa; Theodore Roosevelt, possivelmente, era bipolar, e Ulysses S. Grant era alcoólatra.
Fonte: Terra

domingo, 2 de abril de 2017

O cérebro reconhece a droga, afirma alguns Psiquiatras.


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O cérebro nunca esquece a sensação provocada pela droga, afirma o psiquiatra argentino Eduardo Kalina.
Os programas de Prevenção priorizam a abstinência total ao uso de drogas, o que está representado em campanhas “ diga não as drogas”. Este tipo de programa pretende formar e informar o indivíduo para que nunca experimente qualquer tipo de drogas.
As regiões cerebrais envolvidas no mecanismo da adição são o núcleo accumbens, a região tegmental ventral e o córtex pré-frontal. Tanto nos casos de dependência de substância, como nos de dependência de substancia, como nos de comportamentos, é ativado o sistema de recompensa do cérebro.
Toda substancia que libera uma grande quantidade de dopamina (neurotransmissor ligado ao prazer no núcleo acumbens, especialmente de forma rápida, têm potencial aditivo.
Por meio de técnicas como ressonância magnética funcional (MRI) e Pet,CT, que associa a tomografia por emissão de pósitrons à tomografia computadorizada, imagens que mostram poucas diferenças entre os cérebros de dependentes de  cocaína e de jogadores compulsivos.
Os mapeamentos cerebria mostram que todos os vícios envolvem as mesmas respostas anormais do cérebro. Os estímulos prazerosos, naturais, ou artificiais, agem na mesma região do órgão, o chamado circuito de recompensa .
De acordo com a especialista norte americana Nora Volkow, o uso repetitivo de substância química diminui a habilidade de controle do individuo. As drogas afetam uma área cerebral chamada córtex orbito frontal, responsável pelas decisões que tomamos, fazendo com que ela não funcione como deveria.
Os dependentes acabam perdendo o livre arbítrio para dizer não, explica Volkow. Como exemplo, ela cita pacientes que têm a mesma área do cérebro afetado, mas por culpa de outro problema, como o transtorno obsessivo compulsivo (TOC).
Para medir os riscos do uso de substancia química pela primeira vez a especialista Volkow ressalta a idade como um fator  indispensável. Segundo Volkow, a infância  e a adolescência caracterizam a época mais propicia para desenvolvimento do vicio.
Durante este período, o cérebro ainda é muito plastico possibilita que você aprenda mais rapidamente, mas que se torne dependente químico mais rapidamente também.
Entretanto, não é apenas a plasticidade do cérebro que colabora para o desenvolvimento do vicio. A psiquiatra Nora Volkow afirma que fatores genéticos e ambientais também influenciam. E bastante. O uso frequente de drogas afeta o cérebro e ocasiona o vício, mas quando maior predisposição genética e o número de eventos estressores na adolescência, maior é a possibilidade dele existir.
KALINO, Eduardo, Cérebro nunca esquece a drogas, www.folha.uol.com.br
VOLKOW, Nora. Abuso de drogas é uma doença crônica. Site: www.folha.uol.com.br

Imagem: http://www.anatomiadocorpo.com/sistema-nervoso/cerebro/ 

domingo, 19 de março de 2017

Todos os dias são: "Dias das Mulheres"



"Um brinde a cada mulher que busca recursos para viver dignamente;
Um brinde a cada mulher que resolveu deixar todo fracasso e toda dor na alma e decidi ser feliz com os recurso que tem;
Um brinde a cada mulher que não volta para situações que a deixou em pedaços;
Um brinde a cada mulher que faz o impossível e o possível para chegar ao fim do dia sem se culpar.
Um brinde a nós, porque não somos perfeitas e sim mulheres bem resolvidas com a própria vida."

Ginásio de Esporte (Cipó) cidade de Embu Guaçu.
VENTO DO DIA DAS MULHERES , 08/03/2017.
Agradeço o convite da Secretaria de Ação Social Izilda Pedroso e Secretaria de Educação Maria Madalena Cravo Roxo, com muito e respeito. Obrigada!!! 
Mônica de Paula Silva, 

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

BARCO DE ILUSÕES - Poeta Mauricio Carvalho Marques.


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ELA E EU
Ela falava de sonhos,
Eu sonhava,
Ela Falava de lugares,
eu viajava...
Ela falava de FÉ,
Eu acreditava(abraçava)
Ela sabia tudo de anjos, 
Eu acendia velas, (pro meu e pro dela)
Ela gostava de flores, 
Eu cuidava do jardim, 
Ela tinha ideais, 
Eu Corria atrás.
Ela era atriz, 
E, representava  muito bem.
Ela era bailarina,
Eu dancei.
Mauricio Carvalho Marques
Estava eu e minha amiga tomando um café em Embu das Artes e encontrei essa figura.
Um poeta vivendo de sua arte.Mônica de Paula Silva 

sábado, 18 de fevereiro de 2017

PESSOAS CONTROLADORAS!



VENDAS: http://editoramultifoco.com.br/loja/product/pessoas-controladoras-e-o-mal-estar-da-convivencia/

Neste livro, descrevi alguns tipos de pessoas controladoras e de que forma elas acabam causando prejuízos na vida das pessoas que fazem parte do seu dia-a-dia, o quanto é insuportável tolerar situações e o quanto perdemos energia psíquica por ter que conviver o tempo todo sendo controlados por alguém.

Para alguns especialistas da saúde mental, o controlador vive angustiado, temeroso, com medo, inseguro, com raiva e cheio de ansiedade. Acaba se tornando uma pessoa com a qual é difícil conviver, causando sérios prejuízos a seu desenvolvimento social, acadêmico, profissional e relacionamento amoroso.
Como se trata de uma tendência de comportamento, não se pode deixar de entender que o problema está na pessoa, não em seus amigos, parentes ou familiares. Este livro vai apresentar conhecimentos científicos e histórias verídicas sobre controladores na visão de especialistas da saúde mental e a diferença entre o indivíduo controlador e o manipulador/psicopata. Serão abordados, também, os aspectos das mães controladoras, das amizades controladoras, das mulheres controladoras, dos profissionais controladores e o porquê de pessoas inteligentes se deixarem ser controladas, bem como o que fazer para sobreviver aos ataques dessas pessoas.
Mônica de Paula Silva
VENDAS :: http://editoramultifoco.com.br/loja/product/pessoas-controladoras-e-o-mal-estar-da-convivencia/ 

sábado, 28 de janeiro de 2017

PROBLEMA DE RELACIONAMENTO AMOROSO.


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A maioria das pessoas que tem problemas de relacionamento coloca expectativas demais no outro e esquece de fazer o necessário pela sua própria felicidade.
Como cada pessoa que faz parte da relação é um ser singular, com suas capacidades, preferências, valores e gostos, cada um deve ter seu espaço, na relação, sem que um tenha mais poder do que outro, cabendo momentos de diálogos e também de silêncios, que são valorosos e devem ser respeitados.
Por isso, é sempre importante ser sincero consigo mesmo e não entrar na ilusão de que, com o tempo, será fácil mudar o outro.
Ninguém muda ninguém. E a cobrança por mudança constante pode gerar mentiras desnecessárias, simplesmente porque é mais fácil não entrar em embates e encerrar o assunto.
O amor precisa de cumplicidade, do vínculo de confiança. Sem isso, ele não sobrevive, o sucesso na relação amorosa depende de muitos fatores e talvez os mais importantes sejam o respeito e a amizade.
Todas as relações têm problemas, porque envolvem pessoas e as pessoas têm problemas.
Portanto, é preciso investir na felicidade, buscando soluções e negociando em um jogo ganha-ganha, ou seja, todos ganham e ninguém perde.
Toda relação tem que ter espaço para o acolhimento, pois muitas vezes a agressividade e um pedido de ajuda.
Cada um precisa ter bem delimitado seu espaço, suas necessidade, seus anseios e desejos, para não criar expectativas em cima do outro que podem gerar frustrações.
A compreensão é a chave para qualquer relação, muito cuidado para não fantasiar a relação e jogar todas as duas expectativas em cima do outro.
O amor é um aspecto da vida, mas existem outros que também precisam estar bem resolvidos para que o relacionamento amoroso não seja sobrecarregado com cobranças.
Por isso, invista na autorrealização, seja no trabalho, lazer, amizade, vida familiar ou espiritual.
Quando há investimento em outros aspectos da vida para os envolvidos na relação, a tendência e que  amor fique mais leve, porque ambos já estão felizes e querem compartilhar essa felicidade, têm assuntos diferentes para conversar.
Contos de fadas só existem nos livros, a vida real exige esforço e dedicação.
Texto: Construindo Relações Saudáveis - Autora : Beatriz Acampora e João Oliveira.