sábado, 10 de dezembro de 2016

DIFERENTES FORMA DE ABUSOS !




Forte e inteligente, muito boa a ideia!

A primeira imagem refere-se à pedofilia no vaticano. A segunda ao abuso sexual infantil no turismo na Tailândia, e a terceira refere-se à guerra na Síria. . A quarta imagem refere-se ao tráfico de órgãos no mercado negro, onde a maioria das vítimas são crianças de países pobres; a quinta refere-se ao armamento livre nos EUA. E por fim, a sexta imagem refere-se à obesidade, culpando as grandes empresas de fast food. 
A nova série produzida pelo artista cubano Erik Ravelo foi intitulada como “Os intocáveis”, são fotografias de crianças crucificadas em seus supostos opressores, cada um por um motivo diferente e uma mensagem clara, visa reafirmar o direito da criança de ser protegida e relatar o abuso sofrido por elas principalmente em países como: Brasil, Síria, Tailândia, Estados Unidos e Japão.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Wilhelm Reich,Na sua obra, Psicologia é sempre Política.


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Wilhelm Reich logo cedo ingressou na recém criada Sociedade Psicanalítica Internacional, quando Sigmund Freud ainda desenvolvia os primeiros conceitos da Psicanálise. Foi também um de seus maiores críticos e dissidente. As divergências de Reich que o levaram a afastar-se da Psicanálise foram quanto às origens e aos procedimentos para se tratar a neurose. Reich defendia a tese que uma pessoa é tornada neurótica por mecanismos sociais e políticos. Para ele, a neurose forma-se de fora para dentro, através do meio social autoritário e hierarquizado que impõe ao indivíduo desde cedo padrões e condutas de comportamento que se chocam aos seus.  Este processo ocorre por um conjunto de regras e normas, na maioria das vezes de forma sutil e dissimulada, mas que vai gerando um perfeito ajustamento e diminuição de poder crítico nas pessoas. Reich afirmava categoricamente que, enquanto existir qualquer espécie de regulamentação moral, social ou política limitando a autonomia dos homens, não se poderá falar em liberdade real nem muito menos em saúde emocional.
Além de ser produto de mecanismos disciplinadores e de controle social, a neurose se instala em todo o corpo e não apenas na mente como acreditava a Psicanálise. Com isso, Reich traz para a psicologia uma nova e importante vertente, onde o corpo passa a ser utilizado como diagnóstico (através da leitura corporal) e local da ação terapêutica (através dos exercícios corporais). Reich defendia ser um desequilíbrio energético o que causa a neurose. Mas não apenas uma energia psíquica, e sim a energia única que circula por todo o corpo. Esta energia passou a ser designada de modos diferentes, mas com o mesmo significado: bioenergia, energia orgônica ou energia vital.
Fonte: http://www.somaterapia.com.br/soma/wilhelm-reich/

domingo, 27 de novembro de 2016

OFICINA PSICOPEDAGÓGICA NO TRATAMENTO DO DEPENDENTE QUÍMICO.





INTRODUÇÃO

        As intervenções na oficina psicopedagógica com os dependentes químico em clínica de recuperação apontaram melhoras na socialização e auto estima, auxiliando a manutenção da memória, raciocínio lógico e outras áreas cerebrais afetadas pelo consumo de drogas e resgatando o desejo pela leitura.
 A oficina psicopedagógica tenta desenvolver as possibilidades do indivíduo enquanto sujeitos da sua própria história, capazes de mudar o seu destino com possibilidade de viver algo novo, através da aprendizagem.
Somente em 2002, em concordância com as recomendações da III- Conferência Nacional de Saúde Mental, que o Ministério da saúde passou a implementar o Programa Nacional de Atenção Comunitária integrada aos usuários de álcool e outras drogas, reconhecendo o problema do uso prejudicial de substância como importante problema da saúde pública e construindo uma política pública especifica para a atenção às pessoas que fazem uso de álcool ou outras drogas mental, e tendo como estratégias a ampliação do acesso ao tratamento, a compreensão integral e dinâmica do problema, a promoção dos direitos e a abordagem de redução de danos (Brasil, 2005).
Participaram da oficina até o momento 80 dependentes químicos na Clínica de Reabilitação Nova História, situada em Embu-Guaçu na grande São Paulo, os dados foram coletados durante seis sessões terapêutica, os resultados sugerem a modificação de determinadas condutas que os dependentes químicos apresentam em clínica, como estresses e falta de interesse por novas aprendizagens.
A oficina tem como uns dos objetivos ajuda-los em sua recuperação, ressignificando não só vivencias sofridas, mas também as relações de ensino – aprendizagem.
É nesse contexto que a pesquisa sobre esse tema se justifica, na medida em que pode ampliar a compreensão sobre como a intervenção da oficina psicopedagogógica pode favorecer a aprendizagem no dependente químico.
Esta pesquisa teve como objetivo principal dentro da oficina psicopedagógica fazer que o grupo mude suas percepções, assuma a responsabilidade por suas experiências e principalmente fazer o dependente químico sentir a arte e aprender novas atividades psicopedagógica desenvolvidas como recursos de melhoras, com possibilidade de se auto reconhecerem como seres pensantes e criativos, em que algum momento se perdeu nas drogas.
Dentro da oficina não há competições, mais sim o poder de desfrutar a alegria, abrindo espaço para que o dependente químico se reencontre com sua capacidade pensante não só quando produzem alguma atividade visível, mas também quando permanecem em silêncio e até apáticos. 
PROCEDIMENTO

Participaram desta pesquisa grupos de 26 internos, que atenderam os seguintes critérios: idades entre 18anos e 58 anos de idade, apresentando dificuldade de relacionamento, déficit de concentração e memorização.
Foram utilizadas seis sessões terapêuticas, realizada aos sábados no horário das 10:00h às 12:00h, para coletas de dados, este estudo caracterizou-se por ser de risco mínimo aos participantes, tendo seguindo os preceitos éticos que regem a realização de pesquisas com seres humanos.
Inicialmente, foi solicitado aos participantes a ter conhecimento sobre a biográfica e obras do artista Romero Britto, o objetivo é fazer uma reflexão da vida sofrida do artista e o quanto ele conseguiu superar suas dificuldades através da arte.
Romero Brito nasceu na periferia do Recife em 6 de outubro de 1963, passou a se interessar pelas artes plásticas desde os oito anos de idade, quando usava sucatas, papelões e jornais para exercitar sua criatividade. Eram tempos de pobrezas e muitas limitações.
Começou vendendo suas produções nas ruas do Recife-PE, seu estilo Pop-Art. é muito influenciado pela estética cubista, e tem Picasso como um grande mestre.
Seu estilo vibrante e alegre, com cores fortes e impactantes fez com que sua obra tivesse grande ligação com a publicidade, o artista já mostrou o seu talento pintando para muitas celebridades.
Em seguida foram realizados pelos internos o desenho livre com objetivo de expressar seus anseios e desejos, solicitei que ao terminar o desenho fizessem uma reflexão sobre suas vidas. 
Segunda Sessão: MOSAICO
Nesta sessão foi desenvolvido o mosaico, objetivo organizar suas emoções e estrutura-los melhor.
Foram oferecidos desenhos impressos do artista Romero Britto para colarem papel laminado picado por todo o mosaico, logo em seguida foi solicitado que eles falassem do que sentiu ao realizar o trabalho e apreciar as demais produções. 
Terceira Sessão: PINTURA COLETIVA
O objetivo é saber trabalhar em grupo, respeitar as vontades alheias, interagir positivamente.
Dividi-los em dois grupos, cada grupo receberá um desenho do artista Romero Britto riscado na folha inteira de papel paraná para pintar com tinta.
O grupo se organiza de forma como quiser e realizar a pintura, mantendo as características do artista.
Depois de prontos os painéis ficarão expostos para decorar o ambiente da clínica.

 Quarta Sessão:  Jogos – Damas, Xadrez e Cruzadinhas
Objetivo auxiliar a manutenção da memória, concentração e atenção. 
Quinta Sessão: Mandala
Objetivo: Refletir sobre ações para solucionar o problema vivenciado em questão.
Foram distribuídos o desenho da mandala para cada interno, solicitamos que eles escrevessem nos espaços sobre os problemas que os afligem, em seguida nova mandala para que eles escrevessem palavras de soluções.
 Sexta Sessão: Mascara com atadura gessada
Objetivo: Reprodução de si mesmo, fazendo emergir outra persona, melhorando a socialização e atenção.
Em duplas, música suave no fundo, um aplicará sobre o rosto do outro usando tiras de atadura gessada umedecidas, formando a máscara, depois o outro quem faz.
Depois de secar, pintar com tinta da forma como cada um quiser. 
CONCLUSÃO

Mais do que aprender a conhecer, a psicopedagogia nos ensina a aprender a ser. (Lima,2003).
Deste modo o campo de estudo da psicopedagogia está focado no próprio ato de aprender e ensinar, percebendo que é necessário considerar simultaneamente aspectos da realidade interna e da realidade externa da aprendizagem, visando compreender as dimensões sociais, subjetivas, afetivas e cognitivas que interagem dialeticamente na constituição do sujeito que se movimenta na complexidade inerente ao processo do conhecer (Weiss 2001).
Em toda a sua obra Alicia Fernandez (2001), destaca que é preciso, no campo psicopedagógico sempre incorporar novos saberes e conhecimentos sobre a inteligência, o corpo, o desejo e o organismo pelo fato de que estes são os principais níveis imbricados no ato humano de aprender cada sujeito, em seus processos de aprendências, possui sua própria modalidade de aprendizagem, o que quer dizer que cada um, em sua individualidade possui suas próprias condições, seus limites e meios para acessar conhecimentos e construir saberes.
Não podemos fazer pelos outros o que não fazem por si mesmo, portanto, a oficina psicopedagógica tem como tarefa destravar as condições atual do depende químico, favorecendo espaços próprios de autorizar-se a pensar e conseguir sentir prazer, bem como sentirem-se vivo a partir desse trabalho consigo mesmo.
O dependente químico pensar, implica necessariamente, transforma-se, quando ele diz “Eu penso”, estou dizendo que eu (dependente químico), estou construindo algo novo.
A função do psicopedagogo dentro de oficina é ter o dependente químico como um ser único e singular, e dentro do trabalho realizado notar suas necessidades e auxilia-los e apoia-los.
Mais que uma simples oficina psicopedagógica os dependentes químicos estão aí e devemos nos aproximar-nos do lugar deles para compreendê-los, para adequar-nos às suas possibilidades, as suas necessidades e aos seus desejos dentro da aprendizagem e criatividade.  

REFERÊNCIAS

BRASIL, Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à saúde. DAPE, coordenação Geral de Saúde Mental. Reforma psiquiátrica e política de saúde mental no Brasil. Documento apresentado à Conferência Regional de Reforma dos Serviços de Saúde Mental: 15 anos depois de Caracas. OPAS. Brasília, novembro de 2005.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégias. Caminhos para uma política de saúde mental infanto-juvenil/ Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégias. – 2.ed.rev. – Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2005.


LIMA, Tais Aparecida Costa. Aprender a conhecer: as bases epistemológicas da Psicopedagogia. In PINTO, Maria Alice (org.). Psicopedagogia, diversas faces múltiplas olhares. São Paulo: Editora Olho-d’água, 2003.

WEISS, Maria Lucia Lemme. Psicopedagogia clínica: uma visão diagnostica. Porto Alegre: Artes Médicas, 1992.

FERNANDEZ, Alicia. A Inteligência Aprisionada. Abordagem Psicopedagógica Clinica da Criança e sua Família. Trad. Iara Rodrigues. Porto Alegre: Artes Médicas, 2008.

FERNANDEZ, Alicia O saber em jogo: a psicopedagogia possibilitando autorias de pensamentos. Porto Alegre. Artmed, 2001.
FAGALI, Eloisa Quadros. Oficinas Psicopedagógica para o desenvolvimento do raciocínio da sensibilidade e linguagem não verbal. Boletim da Associação Brasileira de Psicopedagogia. São Paulo: {s.n.}, ano 6. N.14. dez.1987.

ALESSANDRINI, Cristina Dias. Oficina criativa e psicopedagógica. São Paulo; Casa do Psicólogo, 1996.

FONSECA, Vitor. Modificabilidade Cognitiva, Abordagem neuropsicológica da aprendizagem humana, São Paulo, Editora Salesiana, edição 2009.

Acesso no dia 05 de março de 2016, biografia Romero Britto; http://www.e-biografias.net/romero_britto/





quarta-feira, 23 de novembro de 2016

O QUE OS HOMENS QUEREM EM UMA RELAÇÃO AMOROSA.

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Eles querem ser admirados

Mesmo o cara mais lindo e mais inteligente do planeta tem suas próprias inseguranças. Mostre a ele que o aceita pelo que ele é e realmente ame-o – todas as falhas e pontos positivos. Note seu corte de cabelo, como ele está bem alinhado e a forma como ele se conduz. Ria de suas piadas, divertidas ou bobas que sejam. Se ele conquistar algo importante em sua carreira, orgulhe-se dele. Mantenha seus olhos colados apenas nele, durante os encontros. Faça-o se sentir o ser humano mais sexy do planeta.

Eles querem independência

Os homens são profundamente atraídos por mulheres que sejam independentes e que conheçam suas capacidades e habilidades. Eles não podem resistir a uma mulher autossuficiente, segura e confiante. Isso os inspira. Seja você mesma e não faça dele o seu mundo. O que os homens querem é ter seu espaço e liberdade também, portanto, permita-os sua privacidade e pare de reclamar.

Eles querem maturidade emocional

Quem precisa de alguém que, ao primeiro sinal de problema, ou desiste imediatamente ou começa o jogo de culpa ou xingamentos? O que os homens querem em um relacionamento sério é uma parceira em quem podem confiar emocionalmente, e não alguém que faz drama, como se tivesse acabado de sair do estúdio de uma novela, lágrimas, histeria e etc. Seja tranquila e objetiva, honesta e sincera. Faça da fidelidade e do compromisso suas regras mais sagradas.

Leia mais http://irresistivel.com.br/o-que-os-homens-querem-em-um-relacionamento-serio/#eD3bgcRZcRUPSJA1.99

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

COMO AFASTAR UM AMOR!


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Conforme Arly Cravo ele diz em suas palestras que para afastar um amor , basta  coloca o poder na relação, quando você coloca ansiedade, competições e principalmente o medo da entrega, o medo do que o outro vai fazer com você, já afasta esse amor.
Como por exemplo a traição:   Traiu!!! não é para mim, você escolhe, nas relações corremos riscos.
A mulher acha que vai mudar o homem e o homem acha que a mulher será sempre a mesma.
Em sua fala ele deixa claro que isso é um  ERRO, as pessoas mudam , dentro dessas mudanças podem ocorrer muitas situações novas.
O importante é viver da melhor forma possível essa relação amorosa , não importa o tempo que dure, melhor viver uma relação saudável do que viver o resto da vida em uma relação doentia, morrendo aos poucos.
Resumindo : O amor pelo amor tem poder. O poder pelo poder não tem amor. Antes de procurar um amor, resolva a relação com você mesmo.

domingo, 20 de novembro de 2016

RELACIONAMENTO :HÁ SEMPRE ALGUÉM À ESPERA DA PESSOA NO QUAL VOCÊ ESTÁ SE TRANSFORMANDO.

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Seja qual for o relacionamento que você atraiu pra dentro de sua vida, numa determinada época, ele foi o relacionamento de que você precisava naquele momento. A vida que você tem que viver é essa mesma. Onde quer que você se encontre, é exatamente onde precisava estar neste momento.Quando você estiver preparada para fazer uma coisa nova, de uma maneira nova, com pessoas novas, você a fará. Há sempre alguém à espera da pessoa no qual você está se transformando .Deepak Chapra

Eu quando li e refletir sobre esse texto, simplesmente fiquei encantada com a última frase: " Há sempre alguém à espera da pessoa no qual você está se transformando". Realmente não temos consciência do que estamos nos tornando quando se trata de relacionamentos amorosos, saímos frustrados, magoados, desconfiados e acabamos levando esses vícios para as próximas relações.
Muitas vezes não nos esforçamos para entender o que aconteceu , sendo assim repetimos várias vezes as mesmas historias.
Nos tornamos pessoas frias, desconfiadas e achamos que todas as pessoas são iguais . SÓ QUE NÃO!
Ai me pergunto: Quais seria esses relacionamentos do qual eu precisava na época?
Será mesmo que viver essas relações eu teria a capacidade de perceber que poderia me tornar melhor ou pior?
Independente da pessoa que escolhemos para estar ao nosso lado, temos que prestar atenção nos pontos positivos e negativos e principalmente nos perceber através desse outro.
As dores do relacionamento anteriores muitas vezes atrapalha o relacionamento atual, caso essa  pessoa tenha comportamento do qual  não te agrada, faça uma análise antes de julgar, muitas vezes não e nada mais do que um vício do seu passado, uma projeção da tua dor mal resolvida.
Não devemos levar nada mais do que um aprendizado, mesmo que seja carregado de dor, ninguém tem culpa das nossas escolhas, o melhor remédio é sempre se colocar no lugar do outro.
Mônica de Paula Silva.